Como o conceito de eHealth tem revolucionado a saúde

23 de agosto de 2019 3 mins. de leitura
Mesmo com grandes desafios de implantação, o eHealth promete revolucionar o setor e reduzir até 20% dos custos assistenciais.

O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde (TICS) mostra uma forma eficiente de desafogar ou sistema médico em diversos países. Embora ainda exista uma necessidade de um grande desenvolvimento para o Brasil, chegar a esse ponto, uma solução foi publicada como uma das ferramentas possíveis, em meio aos avanços tecnológicos, para reduzir uma redução nos custos do setor.

Nesse conceito, o aumento da busca por aplicativos de assistência médica também é uma oportunidade latente que poderia estar mais avançada no país. Já é eficaz em países como França, Alemanha e Canadá, uma solução usada para acompanhamento de patologias crônicas e gestão de medicamentos.

Empresas como a Microsoft afirmam, ainda, que estabelecem parcerias com requisitos de profissionais de saúde: “São serviços capazes de melhorar a rotina de médicos e enfermeiros e oferecer mais qualidade ao atendimento a pacientes”.

Esse método, antes de qualquer coisa, precisa oferecer soluções que ajudem as pessoas, implementar tecnologias de fácil acesso a aplicativos que conectam sistemas de saúde, médicos e pacientes, para juntos e em tempo real, usando os recursos básicos, usando os casos crônicos ou os mesmos desafogar filas de espera e custos. Segundo levantamento da Cisco, esse tipo de avanço pode gerar uma economia média de 20% nos custos assistenciais atrelados à prática convencional da medicina.

O que valida a oportunidade

A deficiência na estrutura do setor de saúde tanto em relação à dificuldade de instalar uma forma justa de remuneração para médicos nas diversas regiões do País quanto no correto atendimento aos pacientes legitima oportunidades como essa.

A utilização desse avanço aliado à saúde, em uma estrutura que conecte profissionais e pacientes de forma assertiva, tende a trazer outro benefício, a redução da automedicação, um problema que atinge em média 8 a cada 10 brasileiros, conforme ressalta o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), que visa “resgatar o direito do cidadão à informação e reduzir a automedicação e o uso abusivo de medicamentos”.

Quais são as ferramentas

As ferramentas envolvem sistemas hospitalares que integram as informações do paciente e seus históricos completos de consultas e medicamentos. A inteligência artificial atrelada a prontuários eletrônicos, sistemas de monitoramento, mHealth (uso de dispositivos mobile) ou mesmo aplicativos que conectam médicos e pacientes em conferência tendem a ditar o futuro da saúde.

O que esperar desse avanço

Essa possibilidade já tem sido pauta da Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2005, mas certamente essa forma de “tapar um buraco” não deverá resolver todo o problema crônico do setor em países como o Brasil. Mesmo assim, é difícil acreditar que soluções como essa não possam, em alguns anos, oferecer saídas simples principalmente para desafogar um sistema de saúde que também enfrenta dificuldades.

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Fontes: Estadão, Mobile Health News, Microsoft, ICTQ, Portal Telemedicina.

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