Alopecia: o que é e quais são os tipos de tratamento? - Summit Saúde

Alopecia: o que é e quais são os tipos de tratamento?

12 de maio de 2022 4 mins. de leitura

A condição provoca a queda repentina de cabelos ou pelos, mas pode ser reversível dependendo do tipo

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A queda de cabelos e o processo de calvície costumam ser uma preocupação para muitos indivíduos. O diagnóstico de diferentes tipos de alopecia pode ser difícil de ser assimilado, mas existem formas de tratamento para cada caso.

O que é alopecia?

A alopecia é uma condição que gera a queda repentina de cabelos ou de pelos em áreas específicas do corpo. Uma pessoa normalmente perde até 100 fios de cabelos por dia, porém, quando a renovação deles não ocorre ou um folículo capilar é danificado, a queda de cabelo pode se tornar superior à capacidade de regeneração.

Na alopecia, a queda de cabelo ou pelos é intensa, tornando visíveis o couro cabeludo ou a região da perda de fios. (Fonte: Freepik/Reprodução)
A queda de cabelos ou pelos é intensa, tornando visíveis o couro cabeludo ou a região da perda de fios. (Fonte: Freepik/Reprodução)

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Principais causas da alopecia

Diferentes fatores causam a condição, como:

  • hereditariedade;
  • distúrbios na tireoide;
  • dermatite seborreica;
  • traumas na região da perda capilar;
  • estresse e desequilíbrios emocionais;
  • má alimentação e falta de vitaminas;
  • doenças como lúpus eritematoso sistêmico e câncer de pele.

Quais são os principais tipos de alopecia?

Existem diferentes classificações da condição conforme o motivo da queda de cabelos ou pelos. Os principais tipos são:

  1. androgenética;
  2. areata;
  3. cicatricial;
  4. frontal fibrosante;
  5. por tração;
  6. eflúvio telógeno.

1. Androgenética

De origem genética, está associada aos níveis de testosterona no sangue, sendo o tipo mais comum de queda capilar. Os cabelos vão se tornando ralos, e em homens as falhas geralmente ocorrem nas entradas e no topo da cabeça; já nas mulheres, a região central é a mais afetada.

2. Areata

Considerado uma doença autoimune, esse tipo gera falhas em formatos arredondados e em áreas específicas do couro cabeludo, além de atingir barba, cílios e sobrancelhas.

A alopecia areata é uma doença autoimune que atinge pessoas mais jovens, geralmente se manifestando antes dos 20 anos de idade. (Fonte: Freepik/Reprodução)
Alopecia areata é uma doença autoimune que atinge pessoas mais jovens, geralmente se manifestando antes dos 20 anos. (Fonte: Freepik/ Reprodução )

É mais comum entre jovens, e as principais causas são fatores genéticos, reações do sistema imunológico, questões emocionais e doenças como lúpus e vitiligo.

3. Cicatricial

A condição cicatricial é mais rara, mas quando acontece gera inflamações que danificam os folículos capilares. Além da queda capilar, podem ocorrer sintomas como coceira, lesões vermelhas ou brancas no couro cabeludo e inchaço.

4. Frontal fibrosante

Com maior incidência entre mulheres, principalmente no período após a menopausa, esse tipo de alopecia atinge os cabelos, as sobrancelhas e as axilas, podendo ser acompanhado de manchas vermelhas e bolinhas no rosto.

5. Por tração

Penteados que apertam os cabelos e forçam a raiz dos fios podem provocar essa classificação, gerando danos irreversíveis aos folículos capilares.

6. Eflúvio telógeno

Essa condição pode ser temporária, principalmente se não danificar os fios, e se caracteriza pela perda intensa de cabelo durante um período específico. Geralmente, as causas são desequilíbrios na tireoide, reações pós-parto ou pós-cirurgias, febre e deficiência de vitaminas ou minerais.

Como é o tratamento da alopecia?

Existem formas para minimizar a perda de fios e até reverter a situação, como no caso do eflúvio telógeno. Por isso, ter o diagnóstico do tipo certo de alopecia é essencial para que o médico possa melhor direcionar o tratamento.

A forma de tratar a condição pode variar, incluindo terapias com:

  • uso de antibióticos específicos ou outros medicamentos;
  • ingestão de suplementos vitamínicos;
  • implante capilar.

Quer saber mais? Confira a opinião e a explicação dos nossos parceiros especialistas em Saúde.

Fonte: Tua Saúde, Pfizer.

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